segunda-feira, 26 de julho de 2010

França - Paris - cont.




Continuamos nossa caminhada por Paris. Vivemos uma emoção a mais: ver Paris, do alto do Arco do Triunfo. Apesar de já tê-lo visto, desta vez foi diferente, pois subimos a uma altura de 50 metros e lá estava Paris, linda... Ao longe se avista a Grande Arche, construida em 1989 e a Torre Eiffel.
Fomos caminhando pela Avenida Champs Elysée. Anoitecia. Esperamos as luzes se acenderem. Um espetáculo só! Paris é linda mesmo! Jantamos em um restaurante nesta avenida, a preferida pelos ricos e famosos, agora popularizada. Bom para nós pobres mortais...

O que mais vimos em Paris? A "Opera", que é o maior teatro do mundo (mede 11.000 metros quadrados de superfície) Vale a pena conhecê-lo, nem que seja seu exterior; a fachada mostra uma profusão de elementos decorativos.

Vimos a "Madelene" - templo grego em plena Paris, pela forma e estrutura, com 52 colunas e 20 metros de altura, tornada, em 1814, igreja dedicada a Santa Maria Madalena.
Fotos:
1 - Vista de Paris, do alto do Arco do Triunfo.
2 - Arco do Triunfo (Alais e Tarcísio na fita).
3 - Prédio da Ópera, à noite.

França - Paris - cont.




Quando da viagem anterior não entramos no Museu do Louvre, porque faltava pouco tempo para suas portas cerrarem, mas desta vez, tiramos o atraso. Ficamos no museu, de 11:50 às 17:30. Vimos centenas de obras de arte. Parece que o tempo parou naquele dia. Escolhemos, de início, a galeria em que fica a Mona Lisa, de Leonardo da Vinci. Embora a sala em que fica o famoso quadro é relativamente grande, o aglomerado de turistas é de impressionar. Fica difícil até de fotografar, não há espaço mesmo, mas valeu!
Vimos centenas e centenas de obras de pintores ingleses, franceses, italianos, espanhóis, germânicos, holandeses - obras antigas do século XVI ao século XIX.

Logo de entrada nos deparamos com a estátua em mármore, de mais de 2,70 metros de altura de Nike de Samotracia, encontrada em Samotracia, em 1863. Esta obra remota a 190 a.C

Realmente, nem dá para descrever toda a beleza deste museu. Só indo para ver...

Impressionou-me a quantidade de pintores para mim desconhecidos, com obras lindíssimas. Ai! como sou ignorante!

Tudo é muito bonito nas imediações do Louvre e dentro dele, como o Carrocel e todo o pátio interno; o Jardim das Tulherias, as pirâmides, etc. Ninguém pode deixar de visitar este museu, o maior e mais importante do mundo!
Fotos:
1 - Galeria do Museu do Louvre.
2 e 3-Obras do Museu do Louvre.

França - Paris




Conheci algumas poucas coisas de Paris, quando da primeira vez em que fui, há algum tempo atrás; tres dias apenas, mas desta vez pudemos andar muito pela cidade, à pé. Seis dias de longas caminhadas pelos lugares de maior interesse. Íamos para o centro de metrô, andávamos às margens do Rio Sena, nas imediações do Louvre. A Rue de Rivoli já era velha conhecida nossa.

Notre-Dame - revisitar esta catedral é uma emoção enorme. É belíssima. Desta vez pude reparar mais as laterais exteriores. Dá vontade de ficar o tempo todo apreciando sua beleza. Pensar que sua construção tenha se iniciado em 1163 (e concluida em 1345...) O tempo, as guerras alteraram o seu aspecto original, mas continua magnífica. Em 1793 esteve para ser demolida; em 1804 serviu de palco para a coroação de Napoleão Bonaparte; passou por uma restauração entre 1844 e 1864 e em 1871 correu o risco de ser destruida por um incêndio. Felizmente está de pé. Imponente, majestosa, cheia de representações em suas imagens esculpidas e vitrais, por onde a luz passa suavemente.

Antes de chegarmos a catedral, passamos pelo Sainte Chapelle, obra prima de arquitetura gótica. Passamos pela Ponte Neuf, a mais antiga e uma das mais famosas pontes.

Ficamos algum tempo por lá, apreciando os barcos que trafegam com turistas no Sena e, claro, fotografando. À procura por uma estação de metrô nos levou à proximidade da Igreja de Saint- Germain-L'Auxerrois, que fica diante da frente oriental do Louvre.

Bem, o Louvre merece um "capítulo" à parte".
Fotos:
1 - Catedral de Notre Dame.
2 - Interior da Catedral de Notre Dame.
3 - Ponte Neuf.

Viagem e muitas "viagens" - França, Bélgica, Holanda




Claro que estou sempre pensando na possibilidade de viajar - este pensamento, creio, é que impulsiona nossa mente para que o desejo se realize.
Dizem que quando se pensa muito em algo, sempre acontece (seja bom ou ruim). Não sei explicar o motivo... vai entender o que se passa dentro de nós... Felizmente, procuro sempre pensar em coisas boas, pois de ruim já tem muita coisa por aí.
E se eu disser que só viajo para ter o que contar no blog? Boa desculpa! Enfim, faz poucos dias que retornei de uma viagem à França, Bélgica e Holanda. Já visitei Paris em outra oportunidade; Amsterdã, idem. Contei esta viagem no blog, mas na Bélgica é a primeira vez.
Tentamos ir ano passado (Cláudia e eu), mas não foi possível conciliar Alemanha e Bélgica ao mesmo pacote. Sou insistente e neste ano fui conhecer Bruges, a terceira cidade mais linda que conheci, perdendo apenas para Paris e Viena.
Protagonistas da viagem: Alaís, Tarcísio e eu.
Vou começar contando de Paris... Parece papo de rico... Fala sério!
Fotos:
1 e 2 - Rio Sena - Paris.
3 - Torre Eiffel.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Alemanha - Munich




A última cidade a ser visitada nesta viagem é Munich. Uma grande cidade com mais de 1,3 milhões de habitantes; é a capital da Baviera.
Nosso hotel, muito bom, mas ficava relativamente, distante do centro, sendo necessário utilizar o metrô. Compramos o bilhete no hotel mesmo, e poderíamos utilizá-lo por 24 horas.

De início, fizemos um City Tour, claro. Deu para ver mais ou menos como é a cidade; nos concentramos na mais famosa e movimentada praça, a Marienplatz. Nela se concetram os principais "atrativos" para os turistas, como o prédio da prefeitura, construido por volta de 1867, imenso e imponente, igrejas lindas, mercados, galerias e cervejarias. A arquitetura dos prédios mais antigos é muito bonita.

No prédio da Prefeitura, todos os dias, às 11:00 e às 17:00, uma multidão de turistas se aglomeram com suas filmadoras e máquinas fotográficas para apreciar o Glockenspiel: um conjunto de bonecos, num espetáculo de cinco minutos, se apresentam dançando em círculos, em dois andares abertos da sacada. Os bonecos executam um torneio de cavaleiros e uma dança típica da Baviera, ao som do badalo dos sinos. O pátio interno da Prefeitura é aberto ao público. Há restaurantes e lanchonetes lá, com mesas e cadeiras ao ar livre. Muito bom.

Em uma pequena praça próxima a Marienplatz está a Hofbräuhaus, um enorme salão onde se bebe muita cerveja a noite toda. Lá é só festa. Não entramos para conhecer.

Em Munich além da cerveja, tem também uma grande variedade de salsichas. Basta andar por uma rua, atrás da Marienpltz, e logo se avista o Viktualienmarkt, um mercado abarrotado de salsichas e linguiças produzidos na Bavária; além de queijos, frutas, geléias, codimentos, flores, artesanatos, vinhos, etc. Este mercado é ao ar livre, com as bancas cobertas, vendendo os produtos. Quem quiser, pode tomar cerveja e degustar as salsichas, pois tem lugar para mesas e cadeiras também. É tão grande que corre o risco da gente se perder por lá.

Pelo jeito, Munich é sempre movimentada, alegre e festiva. Nem poderia ser de outro jeito, sendo a cidade principal da grande comemoração da Oktoberfest.

Antes de irmos embora de Munich, passamos pelo Palácio Real Nynphenburg, antiga residência de verão dos reis da Bavária. É de impressionar a extensão dos jardins deste palácio. Infelizmete não conhecemos seu interior.

Fim da viagem... Tinha interesse em conhecer um pouco a Alemanha, pelas paisagens do sul, mas me surpreendi. A Alemanha toda é muito bonita, embora o sul seja ainda mais.

De qualquer forma foi uma viagem que valeu a pena pelas coisas que vi: a arquitetura, as igrejas, os castelos, os monumentos, os rios, as florestas e bosques, a profusão de flores, a comida, a bebida, a organização dos alemães. Não se pode negar também sua potência econômica e industrial, e a qualidade de vida dos alemães. Lá, o salário mínimo é quase sete vezes maior que o salário mínimo do Brasil. Culturalmente, a Alemanha se destaca também. Por lá nasceram, ou moraram, os maiores gênios da música clássica.

Enfim, a Alemanha é cheia de lugares interessantes para ir e curtir. Os alemães, ao contrário do que dizem, percebi que são alegres... Talvez a Alemanha esteja querendo afastar os fantasmas do passado, por ter sido protagonista de duas grandes guerras e vilão da humanidade com o holocauto. Não sei... Só sei que gostei muito de tudo...
Fotos:
1 - Prédio da Prefeitura - Marienpltz.
2 - Jardim - Centro de Munich.
3- Palácio Real de Nynphenburg.

Alemanha - Palácio de Linderhof




Em uma viagem anterior visitei o Palácio de Linderhof, mas a gente nunca vê tudo em uma viagem, por isso achei bom retornar.
O Palácio de Linderhof foi construido entre os anos de 1869 e 1878, também por Ludwig II. Dos tres castelos que ele construiu, apenas este, o menor deles, ele viu concluido.

De início o Palácio impressiona pelos jardins, maravilhosos. Ele é dividido em partes, ou seções:
na primeira seção há uma cascata, com a Fonte de Netuno; na segunda, um tanque grande com a figura dourada da "Fama" e outra do "Amor"; na terceira, uma escultura de Vênus e Adonis e a quarta também um largo tanque com uma fonte alta. Por fim, os jardins em terraço com a "Fonte de Náiade", o busto de Maria Antonieta de França e um templo redondo com a estátua de Vênus.

O Palácio possui quatro salas. Todas maravilhosas, como é comum nos palácios, mas a que me chamou mais a atenção foi a Galeria dos Espelhos, que funcionava como uma sala de estar para o rei. Os espelhos criam um efeito inigualável. A Sala de Jantar também é belíssima, assim como o quarto. Enfim, não dá para ficar descrevendo a beleza e riqueza do Palácio. Nem fotos retratam, por exemplo, a beleza dos efeitos dos espelhos. Tem que ir mesmo...

Ludwig II construiu este Palácio tentando imitar a construção do Château de Versalhes, de Luís XIV, rei da França e seu ídolo, mas o Linderhof é bem menor.

Na viagem anterior, quando visitei este Palácio, visitamos também a Gruta de Vênus, no parque, que Ludwig II mandou construir - totalmente artificial - imitando o cenário da Ópera Tannhäuser, de Wagner, nas pedras artificiais da gruta. O rei passeava pelo lago dentro da gruta, que tinha efeitos de luzes que se alternavam em cores. Tinha também uma máquina que fazia efeitos de arco iris e pequenas ondas no lago. Assim, pela primeira vez se instalou na Baviera um motor de eletricidade.

Ludwig era considerado excêntrico e louco; nunca era visto em público. Nutria uma paixão neurótica (e não correspondida) pelo compositor Richard Wagner a quem protegia. Morreu aos 41 anos, afogado. Não se sabe se foi acidente ou suicídio.

Munich, nossa próxima e última cidade visitada nesta viagem.
Fotos:
1 - Palácio de Linderhof
2 - Jardins internos deste Palácio.

domingo, 28 de março de 2010

Alemanha - Garmisch-Partenkirchen




Passamos algumas horas em Oberammergau, um município de Garmisch-Partenkirchen. Situa-se no vale Ammer, na região da Bavária. É um pitoresco povoado de 5,3 mil habitantes.
Como o tempo não era muito, tratamos de almoçar logo, para visitar algumas lojas de artesanato, por sinal maravilhosos. É muito comum nesta cidade trabalhos em madeira, umas obras de arte. Tinhamos que fotografar também.

A cidade é muito conhecida também pelo mais importante evento religioso da Alemanha, a encenação da Paixão de Cristo, que acontece a cada 10 anos, desde 1633. Este evento tem origem em uma promessa que os moradores fizeram, para acabar com as mortes provocadas pela peste negra e os sofrimentos provocados pelos efeitos das guerras. Como não houve mais mortes por peste negra na aldeia, eles continuaram com a encenação.

Tão logo a gente entra na cidade, percebe que ela é um pouco diferente das outras. As casas. As fachadas são pintadas com temas religiosos - afrecos da Virgem Maria da Santíssima Trindade, de São Jorge contra o dragão, cenas bíblicas; outras mostram paisagens, ou deuses gregos. O que achei mais interessante e inusitado, os afrescos com personagens de histórias infantis dos irmãos Grimm. Estas fachadas estão pintadas há mais de dois séculos e são cuidadosamente restauradas, dizem. Eram os burgueses quem mandavam pintar as fachadas, como pagamento de promessas ou simplesmente por que gostavam...

Como em toda a Alemanha, Oberammergau também é cheia de flores. Vi um prédio de tres ou quatro andares, mas extenso no comprimento, com varandas, e um "cinturão" de pequenas flores vermelhas o cercavam de fora a fora... por toda a varanda, nos quatros lados do prédio... Como é que pode?

Fizemos uma parada no Mosteiro de Ettal, fundada pelo imperador Ludwig IV, da Baviera, Seu interior é belíssimo e rico, com dezenas de afrescos e um portal e cúpulas lidíssimos. Vale a pena a visita. À parte, mas anexo à Abadia há lojinhas que vendem objetos religiosos, cervejas artesanais e licores que eles produzem. Tudo santificado, imagino.
Fotos:
1 - Casa típica de Oberammergau.
2 - Vista da Abadia Beneditina de Ettal.
3 - Interior desta Abadia.